sábado, maio 29, 2010


Entrevista a Gonçalo Alves


RF: Porque é que começou a jogar futsal?
GA: Desde de miúdo que gostei de jogar à bola, jogava muito na rua com os meus amigos e um dia um desses meus amigos convidou-me para ir jogar para o Clube que ele jogava e eu fui.

RF: Com quantos anos começou a jogar?
GA: Começei a jogar com 13anos.

RF: Quais os clubes onde jogou?
GA: Atlético Clube de Odivelas; Grupo Recreativo do Olival de basto; Sporting Clube de Portugal; Sport Lisboa Benfica

RF: Quantos golos já marcou na sua carreira?
GA: Não sei ao certo mas já foram muitos de certeza.

RF: Quando é que entrou na selecção Portuguesa de futsal?
GA: A minha 1ª internacionalização foi em 2000num jogo amigável contra a Espanha.

RF: O que sente ao representar o seu país na selecção?
GA: Jogar na Selecção é o sonho de qualquer jogador portanto é um sonho tornado realizado. È um sentimento unico quando ouvimos o hino e quando vestimos aquela camisola, sentimo-nos orgulhosos e especiais visto que estamos entre os melhores do mundo.

RF: Gostaria de jogar num clube estrangeiro?
GA: Tive várias oportunidades para jogar num clube estrangeiro só que nunca aceitei por vários motivos. Em termos monetários nunca justificou e como sou muito agarrado á família e aos meus amigos nunca aceitei.

RF: Como se sentiu quando foi campeão da UEFA CUP?
GA: Uma felicidade enorme, sempre ambicionamos ganhar e aquele dia ficará marcado para sempre nas nossas cabeças. Ganhamos a uma equipa recheada de estrelas o que valorizou ainda mais essa vitória.

RF: O que pretende fazer quando terminar a sua carreira de futebolista?
GA: Gostaria de continuar ligado á modalidade como treinador ou até director quem sabe.

RF: Quando se retirar tem em vista fundar uma escola de jogadores?
GA: Fundei uma academia há 3 anos atrás em conjunto com o meu colega Pedro costa que é a Academia Gonçalo Alves e Pedro Costa. Tem sido um projecto de sucesso e já contamos com 300 miúdos por todo o país.

Rita Ferreira Nº 19

Entrevista a Manuel Grilo:

-Qual é a sua profissão?
Sou motorista de pesados de transportes de mercadorias.

-O que o levou a escolher essa profissão?
O gosto pela condução e a vontade de conhecer novos lugares.

-Qual foi o local mais longe onde foi?
Holanda , o país das tulipas.

-Qual a maior dificuldade de conduzir um camião?
Os obstáculos móveis, carros ligeiros de passageiros.

-Como é a vida de um camionista?
Stressante mas bonita para quem gosta do que faz.

-Imaginava-se a fazer outra coisa, se não conduzir?
Viver sem conduzir talvez, mas não era a mesma coisa.

-O que mais gosta desta profissão?
O chegar ao fim de mais uma viagem e abraçar a família.

-Muito obrigada!~


Realizado por: Beatriz Grilo nº4

quinta-feira, maio 27, 2010


Entrevista a um Veterinário

Nome: Luis António dos Santos Borges Ferreira

1- Escolheu ser veterinário porque realmente era o seu interesse?
Sim, desde muito jovem que manifestei algum interesse por esta profissão, no entanto, quando chegou o momento de escolher uma área de estudo, tive alguma dificuldade, porque haviam outras áreas que me interessavam.

2- Qual o motivo que o levou a escolher o caminho da função pública?
Achei que seria interessante enquadrar-me numa instituição que é o estado, que deve ter uma actuação preponderante ao nível da saúde pública, e como a veterinária tem uma extrema ligação com essa área, foi isso que me fez optar.

3-Que tipo de trabalho esperaria fazer quando efectuou essa escolha?
Apesar de ter referido a saúde pública, gostaria de ter trabalhado igualmente em produção animal, mas nunca concretizei esse desejo. Devido ao facto do nosso país ser deficitário em alguns dos produtos de origem animal que consumimos, pensei em dar um contributo para produzir uma maior quantidade desses produtos, com uma qualidade acrescida.

4- Como é o seu dia-a-dia?
O meu dia-a-dia é muito variado, quer nos horários quer na actividade em si, que, tanto é realizada nas explorações pecuárias, como no escritório. A actividade que exerço relaciona-se essencialmente com a saúde animal e as suas interacções com a saúde pública.

5- De que modo a facilidade de comunicação com as pessoas o ajuda no seu trabalho?
A linguagem que usamos deve ser diferente conforme o nosso interlocutor, isto para que aquilo que tentamos transmitir seja percebido por todas as pessoas.

6- Como é ser funcionário público?
Ser funcionário público é cada vez mais difícil e cada vez menos compensador, quer em termos económicos quer em termos de realização profissional.

7- Acha que o valor do seu trabalho é reconhecido?
Penso que cada vez é menos reconhecido, pois entrou-se numa espiral de exigências de quantidade e qualidade de trabalho que não se coadunam com as condições e os meios para desenvolver esse mesmo trabalho.

8- Arrepende-se das escolhas que tomou?
Não, apesar de tudo acredito que hão-de vir melhores dias.

Trabalho realizado por:
Isabel Borges Ferreira, nº8

Entrevista para TIC

Nome: Maria José Leal Saragoça

Profissão: Professora

Em que ano começou a dar aulas?

Comecei a dar aulas em 1992.

Como surgiu a ideia de ser professora?

Sempre achei que tinha jeito para trabalhar com crianças.

De todas as escolas em que ensinou, qual foi a que lhe marcou pelo lado positivo? Porquê?

Em Viana do Alentejo, porque desenvolvemos um bom trabalho em equipa: professores, funcionários, encarregados de educação e comunidade educativa.

E pelo lado negativo? Porquê?

Na Azaruja, porque só lá estive um mês e não tive tempo para me adaptar.

Qual foi um momento engraçado a que tenha assistido?

Numa visita de estudo, um aluno caiu à água nos Jardins da Água no Parque das Nações. Foi um momento embaraçoso, mas que acabou por ser um momento engraçado.

Se fosse hoje, ainda ia para professora?

Sim, ia.

Miguel Espírito Santo Nº14


Nome: José António Nunes
Data de nascimento: 14/12/1919
Idade: 90
Profissão: Cozinheiro


Como se tornou cozinheiro?
Fui para a tropa com 21 anos, depois de sair a pronto fui para a messe dos oficiais nos Açores,
ilha Terceira, quase 2 anos. Depois de sair da tropa fui para uma casa partículas de lavoura e Vale de Moura para cozinhar para os patrões.

E depois?
Depois vim para Évora para um Hotel no qual fiz vários exames e cheguei a primeiro cozinheiro.

Onde trabalhou mais?
No café arcada, no Hotel Santa-Clara e no Hotel Planície.

Que prato gosta mais de fazer?
Borrego assado à padeiro.

Muito obrigada avô.
De nada minha neta.


Beatriz Nunes, nº5

Entrevista a enfermeira


Nome: Maria Manuela Cruz

Idade: 38 anos

Profissão: Enfermeira

Cátia – No tempo em que andou a estudar, alguma vez chumbou?

Maria Manuela – Não.

Cátia – Com quantos anos acabou o curso de enfermagem?

Maria Manuela – Com 22 anos.

Cátia – Em quantos centros de saúde ou hospitais já trabalhou?

Maria Manuela – Já trabalhei em 2 centros de saúde.

Cátia – Podia-me contar uma história divertida que lhe tenha acontecido enquanto enfermeira e uma história menos divertida?

Maria Manuela – No dia em que acordei às 8 da manhã para me apresentar no serviço, e no fim, era só para me apresentar às 2 da tarde.
E uma menos divertida foi quando estava no serviço e houve um incêndio na vila, perto do meu local de trabalho. O meu filho estava comigo e não podíamos sair dali, mandaram-nos para dentro do hospital. Então, decidi ligar ao pai do meu filho para vir buscá-lo. E o pai teve de fazer 50 km para ir buscar o meu filho e tive de ficar a noite toda de serviço.

Cátia – Em que universidade estudou?

Maria Manuela – Estudei na Escola Superior de Enfermagem de Dr. Lopes Dias em Castelo – Branco.

Cátia – Já teve alguma divergência com um colega de trabalho?

Maria Manuela – Já, porque temos de dividir tarefas e por vezes, irão surgir algumas opiniões diferentes, e isso irá causar algumas divergências.

Cátia – Há quantos anos é enfermeira?

Maria Manuela – Há 16 anos.

Cátia – Quantos anos estudou até acabar o curso (desde o 1ºano até ao curso)?

Maria Manuela – Estudei 15 anos até acabar o curso.

Cátia – Já alguma vez prestou cuidados a algum famoso?

Maria Manuela – Não, nunca prestei cuidados a nenhum famoso.

Cátia – O curso de enfermagem foi a sua 1ª opção?

Maria Manuela – Dos 5 aos 7 anos queria ser taxista, como o meu pai. Mas depois, quis logo seguir o curso de enfermagem. Tinha de fazer pré-requisitos para poder entrar no curso, mas os pré-requisitos eram em Janeiro e só entreguei em Fevereiro. Esperei um ano para poder fazer os pré-requisitos para tirar o curso de enfermagem.

Cátia – Muito obrigada.


Feito por: Cátia Rego

quarta-feira, maio 26, 2010

Entrevista ao meu avô


João Almeida – Avô, em que guerra participas-te?

Júlio Almeida – Eu estive na guerra do Ultramar.


João Almeida – Com que idade foste para a guerra?

Júlio Almeida – Quando parti para a guerra tinha 21 anos, ou seja em 1966.


João Almeida – E quantos anos estives-te na guerra?

Júlio Almeida – Estive na guerra cerca de 3 anos.


João Almeida – Quando partiste, quantos homens partiram contigo?

Júlio Almeida – Éramos por volta de 2000 homens quando parti.


João Almeida – Enquanto andas-te na guerra a que grupo pertencias?

Júlio Almeida – Eu pertencia a infantaria, mais propriamente, andava no meio do mato a fazer ataques surpresa.


João Almeida – Em algum desses ataques matas-te alguém?

Júlio Almeida – Ao todo matei 27 homens.


João Almeida – Última pergunta, algum dos teus colegas faleceu?

Júlio Almeida – Sim, morreram 3 homens do meu grupo causado pelo rebentamento de uma
mina.


João Almeida – Muito obrigado


Feito por: João Almeida


Entrevista

História de um Jogador
Entrevista ao meu pai...
1. O que despertou o seu interesse no futebol?
O gosto por esta modalidade desportiva, como a maior parte dos rapazes.
2. Qual a idade com que começou a jogar? Onde?
Com 8anos, na escola dos Salesianos em Évora.
3. Como pode um desporto colectivo como o futebol promover o desenvolvimento de um individuo?
O futebol é uma modalidade que se pratica em equipa, logo promove o espírito de equipa e também as relações Inter-pessoais entre cada jogador.
4. Gostaria de ter seguido uma carreira de jogador?
Sim, é aliciante pelo dinheiro que se ganha praticando o desporto que se gosta.
5. O futebol é um desporto também conhecido pelas lesões. Qual foi a sua maior lesão?
A minha maior lesão foi a rotura total do menisco interno do joelho direito, que me levou ao abandono da modalidade.Esta lesão foi bastante grave uma vez que teve de haver intervenção cirúrgica, com uma recuperação muito bastante lenta(6 meses), devido ao estado dos ligamentos do joelho.
6. Que momento o marcou mais na sua carreira?
Na fase final do campeonato Nacional de Iniciados em 1982, ficamos classificados entre as oito melhores equipas de Portugal.
7. Você cresceu a ver grandes jogadores da altura como Beckenbauer. Cruiff, Platini, Maradona. Qual o jogador com que mais se identifica pela sua forma de jogar?
Não me identifico com nenhum destes jogadores, pois a minha posição em campo era defesa central, identificando-me assim com o jogador Ronald Koeman que foi um pilar da selecção Holandesa, e mais tarde treinador do Benfica.

Ricardo Ezequiel nº18 9ºC

Entrevista

Carreira Militar

Entrevista ao meu avô…

  1. Porque e que se alistou na Tropa?

Não me alistei, fui chamado naquela altura havia o regime obrigatório e tive que ir.

  1. Em que ano e que foi para a Tropa?

Dia 3 de Agosto de 1966.

  1. Esteve em alguma guerra?

Não.

  1. Em que posto trabalhou na tropa?

Caçador especial.

  1. Tem alguma história que me poderá contar sobre o tempo que esteve na tropa?

Em 1967 em serviço no batalhão BC5, um colega meu derivado ao álcool apontou-me uma pistola á cabeça na caserna, e como eu não lhe disse nada, matou um colega meu que estava mesmo ao meu lado e a seguir matou-se a ele.

  1. Ficou quanto tempo na tropa?

37 Meses e 27 dias.

  1. Chegou a ganhar a boina verde?

Não, não era a minha especialidade.

  1. Fez o juramento de bandeira?

Fiz, em Beja no ano de 1976.

  1. Gostou do tempo que passou na tropa?

Não, porque me casei muito tempo depois.

  1. Onde foste tropa?

Beja, Abrantes, Lisboa, Coimbra, Lisboa e Évora.


Pedro Granjeia nº16

Terapeuta Ocupacional

Entrevista a Zaida Nunes, uma Terapeuta Ocupacional.

Ana Nunes – Era esta a profissão que queria?
Zaida Nunes – Não, queria ser veterinária.


A.N. – Então porquê esta profissão?
Z.N. – Na altura não tive a média suficiente, e depois surgiu uma oportunidade de visitar o Centro de Reabilitação de Alcoitão, onde tive o primeiro contacto com a Terapia Ocupacional.

A.N. – Portanto não se arrepende de ter seguido esta profissão?
Z.N. – Não, de todo.

A.N. – Há quanto tempo exerce esta profissão?
Z. N. – Exerço há 23 anos.

A.N. – Fale-me um pouco do seu trabalho.
Z.N. – A Terapia Ocupacional pode-se dividir em duas áreas: a área de fisiatria e a área de saúde mental. Sempre trabalhei na área de saúde mental, primeiro com crianças, durante cinco anos, e depois com adultos, até aos dias de hoje. O que se pretende na Terapia Ocupacional é capacitar o doente, de autonomia no aspecto social, familiar e profissional, conforme cada caso, para que o doente possa ser autónomo e ser enquadrado na sociedade.

A.N. – O que é gosta mais na sua profissão?
Z.N. – Do contacto com os doentes, porque doentes com a mesma patologia são pessoas com características, necessidades e capacidades diferentes.

A.N. – E o que menos gosta …
Z.N. – Das faltas de meios para atingir os objectivos no processo de reabilitação dos doentes.

A.N. – O que costuma fazer com os seus doentes?
Z.N. – Para cada doente existe um plano de reabilitação. Em que é trabalhada a socialização, actividades diárias, a atenção, a concentração e o comportamento.

A.N.
– E onde trabalha?
Z.N. – Trabalho no Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental (DPSM) no Hospital Espírito Santo de Évora (edifício do Patrocínio).

A.N. – Quais são as doenças que aparecem com mais frequência?
Z.N. - Um pouco de tudo, desde esquizofrenia, distúrbios de personalidade, depressões, doenças bipolares, tentativas de suicídio e demências.

A.N. – Muito obrigada.

Feito por: Ana Nunes

Polícia de Investigação Criminal

Breve entrevista a um chefe da PSP.

1- Qual é a tua profissão?

Chefe da Polícia de Segurança Pública. A desempenhar funções na Esquadra de Investigação Criminal.

2-O que incentivou a ires para a Polícia?
Foi a certeza da estabilidade familiar e monetária, os desafios da profissão de ser polícia.

3- Há quantos anos estás na polícia?

Estou na polícia a 21 anos, fui agente 3 anos sou chefe à 18 anos.

4-Quais as funções que desempenhas-te no teu percurso policial?

Fui polícia de giro( patrulhamento apeado), fiz parte da tripulação dos carros de patrulha (patrulhamento auto), depois já como chefe fui graduado de serviço, chefe do núcleo de operações e informações, chefe do núcleo de comunicações, comandante de uma brigada de intervenção rápida, coordenador de duas brigadas de investigação criminal, coordenador de unidade de polícia técnica e formador em técnicas de intervenção policial.

5-Quais os cursos que frequentas-te?

Primeiramente o curso de formação de agentes, depois o curso chefes e várias formações relativas à profissão e aperfeiçoamento profissional como por exemplo curso de policiamento de proximidade, curso de monitor de tiro, curso de formadores em técnicas de intervenção policial e curso de investigação criminal.

6-Gostavas de ter escolhido outra área em vez de ser polícia?

Gostava de ter tido uma profissão relacionada com a medicina. Mas como as notas e a média não eram suficientes tive de optar por outro caminho.

7-Achas que a PSP tem meios humanos e materiais para combater a criminalidade?
A Polícia presentemente debate-se com o problema da falta de meios humanos, relativamente aos meios materiais já apresenta alguns com alguma qualidade no entanto é necessário continuar a acompanhar a técnica e por ao dispor dos elementos da corporação esses meios só assim haverá um combate efectivo à criminalidade.

Feito por:

Luís Barreto nº13 9ºC

terça-feira, maio 25, 2010

Técnica de Radiologia

Técnica de Radiologia

Eu entrevistei a minha mãe, que é Técnica de Radiologia. Ela não faz só radiografias, mas também TAC, electrocardiograma…

Quantos anos têm o curso?

4 anos a Licenciatura e mais 2 o Mestrado.

O que mais gosta na profissão?
A relação de ajuda aos doentes, poder fornecer toda a ajuda possível no combate às suas doenças e ainda a satisfação de ter uma profissão que me dá muito prazer pois é um curso com muitas vertentes profissionais praticando bloco operatório, TAC, mamo-grafia, ressonância e radiologia geral.

Pratica a profissão há quantos anos?

Exercito a minha profissão há 24 anos.

Onde trabalha?

Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) e CDI- Clínica de Diagnóstico pela Imagem.

Quais as situações mais gratificantes da sua profissão?

Todas as profissões médicas que trabalham uma urgência provocam uma adrenalina muito especial que culmina por vezes com a salvação de vidas humanas.

Mudaria de profissão?

Não, pois é uma profissão muito completa e muito interactiva, existindo uma relação de entreajuda entre profissionais e doentes.

Obrigado pela entrevista!
Rita Maria Rosa Nº20 9ºC

sábado, maio 22, 2010

Jogador de rugby.

Entrevista à Pedro Costa, jogador de rugby.

Jennifer Silva- Em que clube de rugby jogas?
Pedro Costa: Clube Rugby Évora (CRE, o melhor).

JS-Há quanto tempo jogas?
PC: Há questão de um ano vai fazer dois em Outubro.

JS-Porque escolhes-te esse desporto e não outro?
PC: Porque é um desporto inteligente e requer concentração mas também exercita o corpo e bastante.

JS-Como te sentes quando estás a jogar?
PC: Feliz por estar a fazer o que gosto com os meus amigos. Divirto-me e vivo cada momento.

JS-Durante os jogos ou treinos descontas a tua raiva ou fúria, na bola ou nos jogadores?
PC: Sim. Nos jogadores.

JS-O que mais te fascina no rugby?
PC: O ensaio, a finta, a jogada.

JS-Pretendes seguir com o rugby para a frente, por exemplo, fazer desse desporto a tua profissão?
PC: Prosseguir para a frente sim. Como única profissão não.

JS-Se fosses convidado para jogar num clube profissional, por tua vontade, aceitavas sem pensar duas vezes? Porque?
PC: Provavelmente aceitava mas sem pensar não. Teria que ter em conta o clube onde se localiza o salário e se compensava.

JS-Qual foi a tua melhor vitória?
PC: Contra o Vitoria de Setúbal. Estava tudo empatado e era a ultima jogada e a posse de bola era para nos. Passaram-me a bola comecei a correr passei por 3 ou 4 homens e consegui marcar o ensaio.

JS-E a pior Derrota?
PC: Contra o Direito em que perdemos 115-0 e não consegui fazer nada nesse jogo. Estava totalmente desconcentrado.

JS-Qual foi o jogo que mais te marcou?
PC: O de Setúbal. Consegui ver que nunca se deve desistir de nada até ao ultimo instante.

JS-Quantos ensaios já marcas-te?
PC: Este ano marquei apenas 1. O ano passado marcava 3 ou 4 por cada jogo.

JS-Já foste à algum festival de rugby, como o “Youth rugby festival”?
PC: Sim. Fui com o CRE ao “Youth Rugby Festival” e com a ARS (selecção do Sul) ao Torneio JP em Coimbra.

JS-Como é ouvir os aplausos da bancada, depois de um jogo?
PC: É das coisas mais gratificantes e gloriosas que pode haver num jogo, pois, demonstram o apoio e a estima que o publico tem por nós mesmo que percamos.

JS-Agradeço pela colaboração e pela disponibilidade.
PS: Obrigado eu por me dares a oportunidade de me expressar.



Vejam este video.

Trabalho realizado por:

Jennifer Silva, Nº 9, 9ºC.

quinta-feira, maio 20, 2010

Ser cavaleiro.....

Entrevista para TIC ao meu irmão (cavaleiro)

1-Em que escola é que tu aprendeste a montar?
Na mitra, a escola chama-se Centro Equestre da Universidade de Évora.

2-Porque é que tu começaste a montar?
Eu sempre gostei de animais e como o meu pai trabalha na mitra um dia fui ajuda-lo a tratar de umas ovelhas e vi uma aula e passei a ir para lá.

3- Com quantos anos começas-te a montar?
Aos 7 anos.

4-Com quantos anos é que tu entraste na tua primeira prova de equitação?
Entrei na minha primeira prova com 11 anos

5-Que modalidade era essa prova?
Era uma prova de saltos de obstáculos.

6-E a que altura estavam os saltos?
Os saltos estavam a 70-90cm, e ainda fui a uma barrage (desempate) de metro.

7-E em que lugar ficaste nessa tua primeira prova?
Fiquei no 8º lugar

8-Em que tipos de provas já entraste?
Já participei em provas de saltos de obstáculos, orientação, ensino e gincana.

9-Quais as tuas preferências em termos de provas hípicas?
Saltos e Orientação.

10-Quantas fitas (prémios) ganhaste até teres abandonado o mundo da equitação?
Em 2003 participei numa prova em que fiquei no 8º lugar.
Em 2004 participei em oito provas em que fiquei: uma vezes em primeiro lugar, duas vezes em segundo lugar, quatro vezes em terceiro lugar e uma vez em quarto lugar.
Em 2005 participei em sete provas: em que fiquei cinco vezes em primeiro lugar uma vez em segundo lugar e uma vez em terceiro lugar.
Em 2008 entrei em três provas e nas três fiquei em primeiro lugar.

11-A quem deves todo este percurso de vitórias e aprendizagens visto que nunca saíste do pódio desde tua primeira prova?
Sem duvida ao Sr.Guilhermino, que sempre foi um grande professor e amigo.

12-Que outras experiências tiveste para melhorar a tua relação com os cavalos?
Num verão fui trabalhar para a quinta de um amigo do meu pai o João Mira, e lá sem dúvida adquiri muita experiência, a mudar camas, a dar banhos a cavalos, a montar e desmontar cabeçadas e arreios e trabalhava os cavalos.“A arte de montar não é só a interacção em cima do cavalo, porque do chão é que se aprende”.

13-Qual foi a melhor experiência que tiveste até agora relacionada com a equitação?
Foi quando saltei 1,40cm a pelo(sem cabeçada nem arreio).

14-Qual foi a experiência mais complicada que tiveste relacionada com a equitação?
Foi quando os cavalos fugiram no exterior tinha eu 10 anos.
“Evolui por dedicação e procurei seguir sempre o caminho mais difícil. Não me contento com o mais fácil.”

António Castro nº3

domingo, maio 16, 2010

Carreira Militar. Uma opção de vida

Nome: O meu tio
Idade: 48 anos
- Com que idade ingressou na carreira militar?
Considero o ingresso na Academia Militar como o meu ingresso na carreira militar, que ocorreu quando tinha já 24 anos, após ter servido no Exército, como Oficial, no contexto do serviço militar que era, à época, obrigatório para todos os cidadãos do género masculino, com mais de 20 anos de idade. Em 1982 ingressei para a Escola Prática de Infantaria, e só após ter servido no Exército durante cerca de 3 anos, concorri para admissão à Academia Militar.
- Que posto foi ocupar?
No meu ingresso para a Academia Militar tinha o posto de Alferes, devido ao tempo de serviço que já tinha. Tratou-se de uma situação de excepção para os que como eu já vinham das fileiras das Forças Armadas. Para os candidatos civis, o posto inicial para ingresso na Academia Militar é o de Cadete.
- Que posto ocupa agora? Que função desempenha nesse posto?
Actualmente, quase 25 anos após o ingresso na Academia Militar, tenho o posto de Tenente-Coronel. Desempenho funções de Chefe de uma Repartição, que é uma função normalmente atribuída a oficiais com este posto. Existem outras que são igualmente atribuídas aos Tenentes – Coronéis, como a função de 2º Comandante de uma Unidade do Exército, que já desempenhei também.
- Como/Quando surgiu a ideia de tirar o curso na Academia Militar?
Não me recordo de ter premeditado a minha ida para a Academia Militar nos tempos da minha juventude. Após o ingresso no serviço militar obrigatório, e no desempenho de funções como oficial de Infantaria, tomei contacto com a realidade do Exército e considerei que seria aliciante prosseguir na carreira militar, que satisfaria requisitos motivacionais e permitiria garantir o futuro profissionalmente.
- Que curso seguiu? Quantos anos foram o curso?
Após o 1º Ano da Academia Militar, que é comum a todos os alunos, optei por prosseguir os estudos no Curso de Engenharia, que tem a duração de 7 anos.
-Já esteve fora do país em trabalho militar?
Em 2006 fui nomeado para desempenhar funções no Quartel General da Força da NATO, que está no KOSOVO, onde fui o oficial responsável pelos assuntos relacionados com a ameaça Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, em todo o território, onde estive durante 8 meses.
- Quanto ganha por mês?
O meu vencimento está enquadrado pelo regime remuneratório da função pública e, por isso, nos termos que são considerados ajustados no panorama salarial do nosso País.
Não devemos somente considerar o valor fiduciário da retribuição salarial de cada mês - o essencial é a nossa realização profissional e sentirmos que aquilo que damos ao País tem correspondência com o esforço que este faz para manter uma estrutura militar competente e adequada à finalidade para que existe.
Trabalho realizado por:
Francisco Serrano nº7

quinta-feira, maio 13, 2010

Entrevista: jornalista



1- Qual o seu nome completo?
Manuel Luis valido mendes

2- Qual a sua profissão?
Jornalista.

3- Porque motivo escolheu o jornalismo?
Escolhi a profissao de jornalista por gosto e por ter encontrado uma oportunidade que agarrei com toda à força, à mais de 20 anos.

4- Ao longo desse tempo, que factos têm marcado o seu percurso?
Em primeiro lugar, o contacto com muitas pessoas e o conhecimento aprofundado da profissão e da região do Alentejo. Em segundo lugar, o facto de a minha empresa ter criado um serviço próprio do Alentejo, com autonomia editorial.

5- Como é o seu posto de trabalho?
O meu posto de trabalho é num escritório equipado com meios informáticos e multimédia, onde actualmente já exerço a função de editor nos assuntos respeitantes ao Alentejo. Além de editor, também continuo a exercer a profissão de jornalista, o que implica deslocações ao exterior.

6- Sempre pensou em exercer jornalismo?
Não. Quando era mais novo sonhava ser taxista, para andar sempre de automóvel.

7- Como é o seu dia a dia?
O meu quotidiano ocupa-me todo o meu dia, sem horário fixo. O que, por vezes, provoca um grande desgaste fisico e psicológico.

8- Está contente com a sua profissão?
Estou, porque trabalho naquilo que gosto e sinto-me realizado.


Trabalho realizado por:

Teresa Valido, nº22