segunda-feira, junho 07, 2010

Entrevista "O que é ser mãe"

Ana: Sempre quiseste ser mãe?
Isabel(mãe): Sim.
Ana: Alguma razão em especial?
Isabel(mãe): Não, porque sempre gostei de crianças e achei que um dia gostaria de ter filhos.
Ana: Ser mãe é fácil?
Isabel(mãe): É das tarefas mais difíceis que uma mulher pode ter.
Ana: Porquê?
Isabel(mãe): Porque ser mãe é um misto de situações e sentimentos é tratar, cuidar, ralhar, zangar, saber ouvir, ensinar e independentemente da idade ter sempre um colo e um ombro amigo disponível.
Ana: Às vezes tens vontade de deixar de ser mãe e ver como seria as coisas sem as tuas filhas?
Isabel(mãe): Às vezes por momentos sim, mas logo caiu na realidade e percebo que não conseguiria viver sem elas.
Ana: Para ti ser mãe é mais que educar?
Isabel(mãe): É muito mais, ser mãe é uma experiencia de vida. Aprende-se muito com os filhos tal como eles aprendem conosco.
Ana: Obrigada mãe.


Trabalho realizado por:
- Ana Sofia Trindade nº2 9ºC
Entrevista ao meu avô:



Tiago-Avô quantos anos estives-te na guerra?

José Clérigo-Cerca de 2 anos e meio.

Tiago-E foste para a guerra quando tinhas que idade?

José Clérigo-Tinha acabado de fazer 22.

Tiago-E como era a vossa alimentação?

José Clérigo-Comia-mos mais ou menos 2 vezes por dia,e
quando comia-mos era para comer o mais possível e o mais rápido!

Tiago-quando andas-te na guerra pertencias a que grupo?

José Clérigo-Pertencia a Infantaria.

Tiago-Infantaria e que grupo era esse?

José Clérigo-Era andar escondido e atacava quando os outros menos esperavam.

Tiago-E quantos anos esteve na guerra?

José Clérigo-Estive na guerra 3 anos.

Tiago-Qual era o tipo de armas que utilizava?

José Clérigo-Eu usei sempre G3, mas também havia FBP.

Tiago-Muito obrigado.


Realizado por:Tiago Clérigo.

sábado, maio 29, 2010


Entrevista a Gonçalo Alves


RF: Porque é que começou a jogar futsal?
GA: Desde de miúdo que gostei de jogar à bola, jogava muito na rua com os meus amigos e um dia um desses meus amigos convidou-me para ir jogar para o Clube que ele jogava e eu fui.

RF: Com quantos anos começou a jogar?
GA: Começei a jogar com 13anos.

RF: Quais os clubes onde jogou?
GA: Atlético Clube de Odivelas; Grupo Recreativo do Olival de basto; Sporting Clube de Portugal; Sport Lisboa Benfica

RF: Quantos golos já marcou na sua carreira?
GA: Não sei ao certo mas já foram muitos de certeza.

RF: Quando é que entrou na selecção Portuguesa de futsal?
GA: A minha 1ª internacionalização foi em 2000num jogo amigável contra a Espanha.

RF: O que sente ao representar o seu país na selecção?
GA: Jogar na Selecção é o sonho de qualquer jogador portanto é um sonho tornado realizado. È um sentimento unico quando ouvimos o hino e quando vestimos aquela camisola, sentimo-nos orgulhosos e especiais visto que estamos entre os melhores do mundo.

RF: Gostaria de jogar num clube estrangeiro?
GA: Tive várias oportunidades para jogar num clube estrangeiro só que nunca aceitei por vários motivos. Em termos monetários nunca justificou e como sou muito agarrado á família e aos meus amigos nunca aceitei.

RF: Como se sentiu quando foi campeão da UEFA CUP?
GA: Uma felicidade enorme, sempre ambicionamos ganhar e aquele dia ficará marcado para sempre nas nossas cabeças. Ganhamos a uma equipa recheada de estrelas o que valorizou ainda mais essa vitória.

RF: O que pretende fazer quando terminar a sua carreira de futebolista?
GA: Gostaria de continuar ligado á modalidade como treinador ou até director quem sabe.

RF: Quando se retirar tem em vista fundar uma escola de jogadores?
GA: Fundei uma academia há 3 anos atrás em conjunto com o meu colega Pedro costa que é a Academia Gonçalo Alves e Pedro Costa. Tem sido um projecto de sucesso e já contamos com 300 miúdos por todo o país.

Rita Ferreira Nº 19

Entrevista a Manuel Grilo:

-Qual é a sua profissão?
Sou motorista de pesados de transportes de mercadorias.

-O que o levou a escolher essa profissão?
O gosto pela condução e a vontade de conhecer novos lugares.

-Qual foi o local mais longe onde foi?
Holanda , o país das tulipas.

-Qual a maior dificuldade de conduzir um camião?
Os obstáculos móveis, carros ligeiros de passageiros.

-Como é a vida de um camionista?
Stressante mas bonita para quem gosta do que faz.

-Imaginava-se a fazer outra coisa, se não conduzir?
Viver sem conduzir talvez, mas não era a mesma coisa.

-O que mais gosta desta profissão?
O chegar ao fim de mais uma viagem e abraçar a família.

-Muito obrigada!~


Realizado por: Beatriz Grilo nº4

quinta-feira, maio 27, 2010


Entrevista a um Veterinário

Nome: Luis António dos Santos Borges Ferreira

1- Escolheu ser veterinário porque realmente era o seu interesse?
Sim, desde muito jovem que manifestei algum interesse por esta profissão, no entanto, quando chegou o momento de escolher uma área de estudo, tive alguma dificuldade, porque haviam outras áreas que me interessavam.

2- Qual o motivo que o levou a escolher o caminho da função pública?
Achei que seria interessante enquadrar-me numa instituição que é o estado, que deve ter uma actuação preponderante ao nível da saúde pública, e como a veterinária tem uma extrema ligação com essa área, foi isso que me fez optar.

3-Que tipo de trabalho esperaria fazer quando efectuou essa escolha?
Apesar de ter referido a saúde pública, gostaria de ter trabalhado igualmente em produção animal, mas nunca concretizei esse desejo. Devido ao facto do nosso país ser deficitário em alguns dos produtos de origem animal que consumimos, pensei em dar um contributo para produzir uma maior quantidade desses produtos, com uma qualidade acrescida.

4- Como é o seu dia-a-dia?
O meu dia-a-dia é muito variado, quer nos horários quer na actividade em si, que, tanto é realizada nas explorações pecuárias, como no escritório. A actividade que exerço relaciona-se essencialmente com a saúde animal e as suas interacções com a saúde pública.

5- De que modo a facilidade de comunicação com as pessoas o ajuda no seu trabalho?
A linguagem que usamos deve ser diferente conforme o nosso interlocutor, isto para que aquilo que tentamos transmitir seja percebido por todas as pessoas.

6- Como é ser funcionário público?
Ser funcionário público é cada vez mais difícil e cada vez menos compensador, quer em termos económicos quer em termos de realização profissional.

7- Acha que o valor do seu trabalho é reconhecido?
Penso que cada vez é menos reconhecido, pois entrou-se numa espiral de exigências de quantidade e qualidade de trabalho que não se coadunam com as condições e os meios para desenvolver esse mesmo trabalho.

8- Arrepende-se das escolhas que tomou?
Não, apesar de tudo acredito que hão-de vir melhores dias.

Trabalho realizado por:
Isabel Borges Ferreira, nº8

Entrevista para TIC

Nome: Maria José Leal Saragoça

Profissão: Professora

Em que ano começou a dar aulas?

Comecei a dar aulas em 1992.

Como surgiu a ideia de ser professora?

Sempre achei que tinha jeito para trabalhar com crianças.

De todas as escolas em que ensinou, qual foi a que lhe marcou pelo lado positivo? Porquê?

Em Viana do Alentejo, porque desenvolvemos um bom trabalho em equipa: professores, funcionários, encarregados de educação e comunidade educativa.

E pelo lado negativo? Porquê?

Na Azaruja, porque só lá estive um mês e não tive tempo para me adaptar.

Qual foi um momento engraçado a que tenha assistido?

Numa visita de estudo, um aluno caiu à água nos Jardins da Água no Parque das Nações. Foi um momento embaraçoso, mas que acabou por ser um momento engraçado.

Se fosse hoje, ainda ia para professora?

Sim, ia.

Miguel Espírito Santo Nº14


Nome: José António Nunes
Data de nascimento: 14/12/1919
Idade: 90
Profissão: Cozinheiro


Como se tornou cozinheiro?
Fui para a tropa com 21 anos, depois de sair a pronto fui para a messe dos oficiais nos Açores,
ilha Terceira, quase 2 anos. Depois de sair da tropa fui para uma casa partículas de lavoura e Vale de Moura para cozinhar para os patrões.

E depois?
Depois vim para Évora para um Hotel no qual fiz vários exames e cheguei a primeiro cozinheiro.

Onde trabalhou mais?
No café arcada, no Hotel Santa-Clara e no Hotel Planície.

Que prato gosta mais de fazer?
Borrego assado à padeiro.

Muito obrigada avô.
De nada minha neta.


Beatriz Nunes, nº5

Entrevista a enfermeira


Nome: Maria Manuela Cruz

Idade: 38 anos

Profissão: Enfermeira

Cátia – No tempo em que andou a estudar, alguma vez chumbou?

Maria Manuela – Não.

Cátia – Com quantos anos acabou o curso de enfermagem?

Maria Manuela – Com 22 anos.

Cátia – Em quantos centros de saúde ou hospitais já trabalhou?

Maria Manuela – Já trabalhei em 2 centros de saúde.

Cátia – Podia-me contar uma história divertida que lhe tenha acontecido enquanto enfermeira e uma história menos divertida?

Maria Manuela – No dia em que acordei às 8 da manhã para me apresentar no serviço, e no fim, era só para me apresentar às 2 da tarde.
E uma menos divertida foi quando estava no serviço e houve um incêndio na vila, perto do meu local de trabalho. O meu filho estava comigo e não podíamos sair dali, mandaram-nos para dentro do hospital. Então, decidi ligar ao pai do meu filho para vir buscá-lo. E o pai teve de fazer 50 km para ir buscar o meu filho e tive de ficar a noite toda de serviço.

Cátia – Em que universidade estudou?

Maria Manuela – Estudei na Escola Superior de Enfermagem de Dr. Lopes Dias em Castelo – Branco.

Cátia – Já teve alguma divergência com um colega de trabalho?

Maria Manuela – Já, porque temos de dividir tarefas e por vezes, irão surgir algumas opiniões diferentes, e isso irá causar algumas divergências.

Cátia – Há quantos anos é enfermeira?

Maria Manuela – Há 16 anos.

Cátia – Quantos anos estudou até acabar o curso (desde o 1ºano até ao curso)?

Maria Manuela – Estudei 15 anos até acabar o curso.

Cátia – Já alguma vez prestou cuidados a algum famoso?

Maria Manuela – Não, nunca prestei cuidados a nenhum famoso.

Cátia – O curso de enfermagem foi a sua 1ª opção?

Maria Manuela – Dos 5 aos 7 anos queria ser taxista, como o meu pai. Mas depois, quis logo seguir o curso de enfermagem. Tinha de fazer pré-requisitos para poder entrar no curso, mas os pré-requisitos eram em Janeiro e só entreguei em Fevereiro. Esperei um ano para poder fazer os pré-requisitos para tirar o curso de enfermagem.

Cátia – Muito obrigada.


Feito por: Cátia Rego

quarta-feira, maio 26, 2010

Entrevista ao meu avô


João Almeida – Avô, em que guerra participas-te?

Júlio Almeida – Eu estive na guerra do Ultramar.


João Almeida – Com que idade foste para a guerra?

Júlio Almeida – Quando parti para a guerra tinha 21 anos, ou seja em 1966.


João Almeida – E quantos anos estives-te na guerra?

Júlio Almeida – Estive na guerra cerca de 3 anos.


João Almeida – Quando partiste, quantos homens partiram contigo?

Júlio Almeida – Éramos por volta de 2000 homens quando parti.


João Almeida – Enquanto andas-te na guerra a que grupo pertencias?

Júlio Almeida – Eu pertencia a infantaria, mais propriamente, andava no meio do mato a fazer ataques surpresa.


João Almeida – Em algum desses ataques matas-te alguém?

Júlio Almeida – Ao todo matei 27 homens.


João Almeida – Última pergunta, algum dos teus colegas faleceu?

Júlio Almeida – Sim, morreram 3 homens do meu grupo causado pelo rebentamento de uma
mina.


João Almeida – Muito obrigado


Feito por: João Almeida


Entrevista

História de um Jogador
Entrevista ao meu pai...
1. O que despertou o seu interesse no futebol?
O gosto por esta modalidade desportiva, como a maior parte dos rapazes.
2. Qual a idade com que começou a jogar? Onde?
Com 8anos, na escola dos Salesianos em Évora.
3. Como pode um desporto colectivo como o futebol promover o desenvolvimento de um individuo?
O futebol é uma modalidade que se pratica em equipa, logo promove o espírito de equipa e também as relações Inter-pessoais entre cada jogador.
4. Gostaria de ter seguido uma carreira de jogador?
Sim, é aliciante pelo dinheiro que se ganha praticando o desporto que se gosta.
5. O futebol é um desporto também conhecido pelas lesões. Qual foi a sua maior lesão?
A minha maior lesão foi a rotura total do menisco interno do joelho direito, que me levou ao abandono da modalidade.Esta lesão foi bastante grave uma vez que teve de haver intervenção cirúrgica, com uma recuperação muito bastante lenta(6 meses), devido ao estado dos ligamentos do joelho.
6. Que momento o marcou mais na sua carreira?
Na fase final do campeonato Nacional de Iniciados em 1982, ficamos classificados entre as oito melhores equipas de Portugal.
7. Você cresceu a ver grandes jogadores da altura como Beckenbauer. Cruiff, Platini, Maradona. Qual o jogador com que mais se identifica pela sua forma de jogar?
Não me identifico com nenhum destes jogadores, pois a minha posição em campo era defesa central, identificando-me assim com o jogador Ronald Koeman que foi um pilar da selecção Holandesa, e mais tarde treinador do Benfica.

Ricardo Ezequiel nº18 9ºC