
O número de mortos na sequência do sismo e dos tsunamis da madrugada de sábado no Chile subiu para 800, segundo o Gabinete Nacional de Emergência do país. As duas regiões mais afectadas são Maule e Biobío. Mas existem ainda muitas pessoas desaparecidas entre os destroços.

O problema é que as populações afectadas - cujo número se calcula que ultrapasse os 2 milhões de pessoas - se queixam da falta de acesso a esses bens essenciais, pelo que, em muitos casos, o recurso a pilhagens se mostra como única alternativa. O que obrigou o governo a colocar as Forças Armadas nas ruas para manter a ordem. O governo chileno recuou ainda da posição inicial e apelou à ONU por ajuda internacional.
Trabalho realizado por:
Ana Nunes nº1
António Castro nº3
Beatriz Grilo nª4

agora só há tragédias
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